The Disappointed Writer

Foteini Vlachou

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Recensão à Balada do Velho Marinheiro de S. T. Coleridge (trad Alberto Pimenta)

«Poucos poetas têm a erudição e a inventiva de Pimenta, de modo que a tradução, obra de juventude, é muito engenhosa, mesmo quando se afasta da musicalidade original, procurando outra música igualmente cativante (…) (tão importante é a musicalidade que esta edição anota uma “pausa de semínima” a meio dos versos, um requinte que se estende à reprodução das gravuras de Gustave Doré e a todo o grafismo).

Recensão de Pedro Mexia à Balada do Velho Marinheiro de S. T. Coleridge, com tradução de Alberto Pimenta, na Revista E do Semanário Expresso, (Novembro, 2017)

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Yvette Centeno sobre a tradução de ALBERTO PIMENTA de A BALADA DO VELHO MARINHEIRO de S. T. COLERIDGE

«Embora eu saiba que num grande poeta o seu passado é presente e futuro, é da sua mais recente edição que pretendo falar, desta belíssima, tão intensa e comovente balada do Velho Marinheiro, de S.T. Coleridge (1772-1834), que Alberto recupera numa tradução como aquelas a que nos habitou, de excelência de domínio da língua na tradução que faz.
Alberto é um erudito, como não tem havido igual nas nossas Academias, mas discreto nas aparições que faz, ao editar o seu trabalho, que pode demorar anos até que surja. A sua Arte é paciente, como se deve, nos grandes autores.
Por isso me debruço sobre esta sua tradução, tão poética quanto o original de que parte, e tão carregada de simbolismo, que vou chamar de alquímico.»
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A BALADA DO VELHO MARINHEIRO

Balada do Velho Marinheiro - capa

 

 

As Edições do Saguão acabam de lançar o seu primeiro título: A Balada do Velho Marinheiro
de S. T. Coleridge (1817) numa edição bilingue com tradução e nota final de Alberto Pimenta
acompanhada de ilustrações a partir de cinco das gravuras de Gustave Doré
para a edição de 1876 do poema.

veja mais aqui.

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