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Blog

Yvette Centeno sobre Pensar depois no caminho, de Alberto Pimenta

Escrito em 23 de Jun. de 2018

Texto completo no seu blog Literatura e Arte «Porque este poeta não permite descanso: a sua força poética tem pulsão de performance,  mas tem igualmente a subtileza rara de uma erudição discreta, não menos exigente. Poesia de contrastes, como de contrastes é feita a sua personalidade, que assim se manifesta: no dito e no seu oposto, no aceite e no recusado – e sempre com uma veemência que nos apanha em contrapé. Se num lado (pp.78-79) exprime em versos aparentemente tranquilos o que foi Tróia, com a Bela Helena, a sua perfeição, logo do outro nos atira à cara que ... Ler mais

Recensão no ÍPSILON (Jornal Público) à BALADA DO VELHO MARINHEIRO

Escrito em 05 de Jan. de 2018

«Era um medonho brasio” (p.31); “Olhando para lá da sombra vi as serpentes marinhas:/ Moviam-se ao longo de linhas/ Cujo rasto alvejava./ De cada vez que se erguiam uns brancos flocos caíam/ E eram a luz encantada.” (p.33) O medo surge dramatizado de forma engenhosa e impressiva — “Como duma taça, o medo sorvia-me do coração/ O coração da minha vida.” (p.27) Num navio de terror, a Morte e a Morte-em-Vida jogam aos dados a sorte dos embarcadiços. O destino do Velho Marinheiro viria a ser o de rumar, “errante como a noite” (p.57), forçado a revelar no seu exemplo ... Ler mais

Recensão à Balada do Velho Marinheiro de S. T. Coleridge (trad. Alberto Pimenta) por Pedro Mexia, Semanário Expresso

Escrito em 20 de Nov. de 2017

Publicado pela primeira vez em 1798, na célebre colectânea-manifesto “Lyrical Ballads”, “A Balada do Velho Marinheiro” distinguia-se no entanto da tonalidade dominante dos poemas desse volume, que é a da “linguagem da conversação”; trata-se antes, como em outros grandes poemas narrativos de Coleridge, “Kubla Khan” e “Christabel”, de uma espécie de assombração, balada enigmática de sons temerosos. Há uns anos, saiu em português uma tradução de Gualter Cunha; agora, recupera-se uma versão de 1960, de Alberto Pimenta, integrada na sua tese de licenciatura. Poucos poetas têm a erudição e a inventiva de Pimenta, de modo que a tradução, obra de ... Ler mais
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