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Art in the Periphery International Conference – Hommage to Foteini Vlachou

Escrito em 13 de Mar. de 2019

ART IN THE PERIPHERY | INTERNATIONAL CONFERENCE 14 – 16 March 2019, Lisbon About the Conference:Paying hommage to the work of Foteini Vlachou (1975-2017), this conference aims to discuss the concept of periphery while focusing on the geographic and thematic areas that have been neglected by traditional and/or canonical art history. It seeks to push the discussion towards the understanding of the periphery as plural, historical and changeable, focusing on the non-linearity of cultural processes and historical time, and the non-universality of the artistic canons. Keynote speakers:– Béatrice Joyeux-Prunel– Terry Smith 16 MARCH, 18:15ROUND TABLE: Presentation and discussion of Foteini Vlachou’s ... Ler mais

Pádua Fernandes sobre PENSAR DEPOIS NO CAMINHO de Alberto Pimenta

Escrito em 21 de Dez. de 2018

«Quando um escritor da dimensão de Alberto Pimenta lança livro novo, sobram motivos de júbilo não apenas para o meio literário português, ou para o lusófono, mas para todos os falantes da língua: pois ele, o autor, a amplia, a renova, quando renova a si mesmo. E é o que continua a fazer, depois de ter completado oitenta anos de vida, ao lançar o volume Pensar depois No caminho (Lisboa: Edições do Saguão, 2018).Neste ano, foi lançado o genial filme de Edgar Pêra, “O Homem-Pykante – Diálogos com Alberto Pimenta” (em Portugal, em maio; no Brasil, foi exibido em outubro), ... Ler mais

“A Balada de Amor e de Morte do Porta-Estandarte Christoph Rilke”, texto de João Carneiro, no Semanário Expresso de 1/12/2018 a propósito do projecto teatral de Maria Duarte e João Rodrigues.

Escrito em 01 de Dez. de 2018

“A Balada de Amor e de Morte do Porta-Estandarte Christoph Rilke” foi, segundo o seu autor, escrita numa única noite, em 1899. Rilke insistiu sempre nesta narrativa sobre a génese da obra, apesar de ela ter conhecido três versões diferentes, entre 1899 e 1906. Rilke considerava-a algo imatura; não via com bons olhos as tentativas de tradução da “Balada…”, e nenhuma delas o terá deixado satisfeito. Para o escritor, muito do interesse do texto estaria, justamente, na utilização da língua, da linguagem, das palavras; assim, qualquer tradução deixaria de ser ‘aquela’ obra, ela desapareceria, necessariamente, na sua versão para outra ... Ler mais
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