To our foreign visitors: Our site is in Portuguese. If you have any difficulty ordering, please contact us and we will help in everything we can.

Blog

Zombo, Alberto Pimenta entre as escolhas do Público na lista de “livros do ano”

Zombo, Alberto Pimenta entre as escolhas do Público na lista de “livros do ano”

Escrito em 20 de Dez. de 2019

Escolhas de António Araújo, António Guerreiro, Helena Vasconcelos, Hugo Pinto Santos, Isabel Coutinho, Isabel Lucas, José Riço Direitinho, Luís Miguel Queirós, Miguel Bandeira Jerónimo, Mário Santos https://www.publico.pt/2019/12/20/culturaipsilon/noticia/noticias-apocalipse-divertimentos-menores-1897684

Recensão ao livro de Foteini Vlachou - The Disappointed Writer (Colecção Sanguínea #1)

Escrito em 16 de Dez. de 2019

"The disappointed writer gathers essays written by Foteini Vlachou (1975-2017) during her prolific and unconventional academic and research activity, which, among other insightful achievements, put periphery at the centre of a critically and ethically committed art historiography, as Terry Smith emphasises in his introduction.The art historian centres his text on the final essay of the book “Why Spatial? Time and the Periphery” (pp. 333-352), which presented an alternative stance (time) to consider peripherality, and underlines Vlachou’s main contribution to this topical issue: “we should think of continuity and change in the history of art as occurring within a framework shaped ... Ler mais
«Um olho que ri e um olho que chora» – Maria Irene Ramalho, sobre ZOMBO de Alberto Pimenta

«Um olho que ri e um olho que chora» – Maria Irene Ramalho, sobre ZOMBO de Alberto Pimenta

Escrito em 26 de Set. de 2019

«Este último, e desassossegante, novo livro de Alberto Pimenta, mais do que qualquer outro, exige um olhar panorâmico. […] Zombo evoca, mais comicamente ainda, outros cansaços da implacável rotina da cultura, como o fastio do discípulo prestes a ser traidor, na hilariante “Penúltima Ceia” […] A verdade é que o poeta de Zombo, tal como o Camões dos Lusíadas (X, 145) – “No mais, Musa, no mais, que a Lira tenho / Destemperada e a voz enrouquecida” –, chega cansado da sua longa caminhada: ”estou exausto deste serviço, mais não, não peçam / despeçam-me” (87), o trocadilho que resulta da ... Ler mais
×