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POEMAS ENVELOPE de EMILY DICKINSON na REVISTA BROTÉRIA de JANEIRO DE 2021

POEMAS ENVELOPE de EMILY DICKINSON na REVISTA BROTÉRIA de JANEIRO DE 2021

Escrito em 09 de fevereiro de 2021

Porquê e para que escreve um escritor? Muitos fá-lo-ão para serem publicados, outros para tentarem sê-lo, outros ainda para dar corpo ao canto latente das revoltas, capazes de inflamar corações e almas através do golpe afiado das palavras que lançam ao Mundo. Nenhuma destas foi a motivação de Emily Dickinson, primeira filha de uma família puritana e senhora de uma vida tão isolada do mundo como a vila de Amherst onde nasceu em 1830, na região do Massachusetts. O que levou então aquela que, hoje, é considerada uma das mais proeminentes poetas de língua inglesa a produzir incansável e laboriosamente ... Ler mais
Maria Filomena Molder. A leitora inactual, por João Oliveira Duarte

Maria Filomena Molder. A leitora inactual, por João Oliveira Duarte

Escrito em 17 de novembro de 2020

Acaba de ser reeditado “O Absoluto que pertence à Terra”, uma leitura de Hermann Broch em que Filomena Molder permanece profundamente inactual, reclamando-se da sua condição de herdeira numa época pouco dada a herdar o que quer que seja. O cenário filosófico em Portugal é deprimente. À excepção de uma ou outra ilha de interesse, o resto é história da filosofia, com maior ou menor pertinência, um conjunto de seres obscuros que nos tentam vender uma espécie de nacionalismo filosófico esclerosado e uma universidade virada sobre si mesma – o mundo poderia desaparecer que iriam continuar a surgir teses sobre ... Ler mais
Os nadas de Emily Dickinson, Maria Irene Ramalho

Os nadas de Emily Dickinson, Maria Irene Ramalho

Escrito em 21 de outubro de 2020

Em boa hora a Saguão deu a lume os Poemas envelope de Emily Dickinson (Julho de 2020).  Quando, em 2012, a New Directions publicou o grosso e pesado volume intitulado Emily Dickinson, The Gorgeous Nothings, o mundo académico e artístico rejubilou. As reacções de poetas, artistas e especialistas de poesia, em geral, e da obra de Emily Dickinson, em particular, não se fizeram esperar. Marjorie Perloff imediatamente lhe chamou o seu “livro do ano”. Como disse a poeta e privilegiada leitora de Dickinson, Susan Howe, que aliás escreveu um belo prefácio para o livro, The Gorgeous Nothings é, em si ... Ler mais
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